Supertaça Mário Coluna: Black Bulls e Songo frente a frente pela glória da nova época

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A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) confirmou que a Supertaça Mário Esteves Coluna Jogabets, que abre a época futebolística nacional 2025–2026, se disputará na Lalgy Arena, em Maputo, este sábado, dia 21 de Março, a partir das 18h30. A mudança de palco, inicialmente previsto para o estádio do Ferroviário da Beira, na capital da província de Sofala, foi decidida em resposta ao pedido conjunto das duas equipas intervenientes, que alegaram os elevados custos logísticos associados à deslocação e ao alojamento fora da capital.

Do lado dos “touros”, a Associação Black Bulls chega a esta final depois de uma pré-época a disputar a Liga Jogabets em Tchumene, o que lhes conferiu ritmo competitivo e alguma vantagem de preparação face ao adversário. A formação treinada aposta na continuidade do seu bloco, embora tenha sentido a perda de alguns elementos, nomeadamente Nené, um dos esteios do meio-campo, que reconheceu a necessidade de a equipa permanecer concentrada até ao apito final, recordando a derrota frente ao Ferroviário de Maputo na Supertaça de 2025.

“A equipa precisa de estar atenta durante os noventa minutos — um descuido pode decidir o troféu.”

— Fonte próxima do plantel da Black Bulls

Já os “hidroeléctricos” da União Desportiva do Songo chegam a Maputo depois de um estágio realizado na vizinha África do Sul, onde trabalharam a fundo a preparação física e táctica. A equipa, treinada por Daúde Razaque, parte como favorita, sustentada pelo Moçambola 2025 conquistado com grande autoridade — 18 vitórias em 21 partidas — e mantendo intacta a espinha dorsal do grupo campeão. O Songo dispensou cinco jogadores da época passada, entre eles a sua maior estrela, Luís Miquissone, transferido para a Líbia, mas reforçou o plantel com nomes como Melven, proveniente do Ferroviário da Beira, o médio Shaquile Nangy, que representou o Sagrada Esperança de Angola, e três reforços senegaleses: Christian, Johnson e Mame.

Esta será a quinta final de Supertaça para a União Desportiva do Songo, que conta apenas com um título da prova, conquistado em 2023 diante do Ferroviário da Beira, por 2-1. Os “hydroeléctricos” querem igualar a Black Bulls na contagem histórica, que soma dois ceptros, obtidos em 2022 e 2024. No banco de árbitros, Simões Guambe foi designado para apitar o encontro, sendo auxiliado por Zacarias Baloi e Venestâcio Cossa, com Joana Guambe a desempenhar as funções de quarto árbitro.

A Lalgy Arena viveu esta semana um fervilhar de preparativos. Será a primeira vez que o recinto recebe um jogo oficial no período nocturno, uma novidade que promete dar um ambiente especial à abertura da temporada. Os bilhetes esgotaram com antecedência nas zonas de venda oficial, e esperam-se largas centenas de adeptos das duas bancadas a encher as arquibancadas do complexo de Tchumene para assistir a um duelo que, além do troféu, servirá de referência para o início do campeonato.


O historial recente entre as duas formações alimenta ainda mais a expectativa. Ao longo da época 2025 do Moçambola, os “hidroeléctricos” dominaram claramente os “touros”, incluindo uma goleada expressiva por 4-0 em Cahora Bassa na primeira volta, e uma vitória nos penaltis (5-4) na Taça de Moçambique. Porém, as finais têm lógica própria, e a Black Bulls sabe que, com motivação acrescida, é capaz de inverter o recente desequilíbrio entre as duas equipas.

“Esta é a oportunidade de começarmos a temporada com o troféu que merecem os adeptos.”

— Fonte do departamento técnico da UD Songo

A Supertaça Mário Esteves Coluna homenageia a lenda luso-moçambicana do futebol, antigo jogador do Sport Lisboa e Benfica, que representou Portugal no Mundial de 1966, tendo sido uma das figuras centrais do chamado “Glorioso” de Eusébio. O torneio, que junta o campeão nacional ao vencedor da Taça de Moçambique, é historicamente liderado pelo Costa do Sol, com 11 títulos, seguido pelo Ferroviário de Maputo, detentor do troféu, com oito conquistas. A Liga Desportiva de Maputo fecha o pódio histórico com três Supertaças.

Supertaça Black Bulls UD Songo Futebol Moçambicano Lalgy Arena Mário Coluna

Forest ressuscita nos penáltis e avança aos quartos-de-final pela primeira vez em 30 anos

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O Nottingham Forest eliminou o FC Midtjylland na MCH Arena após uma noite dramática que se decidiu nas grandes penalidades, com os dinamarqueses a desperdiçarem os três pontapés da série.

 

Liga Europa UEFA · Oitavos de Final · 2.ª Mão

 

FC Midtjylland 1 – 2 Nottingham Forest

Agg: 2–2

Penáltis: 0–3







Min. Marcador Equipa Assistência
41′ Nicolás Domínguez Nottingham Forest Dilane Bakwa / Milenkovic
52′ Ryan Yates Nottingham Forest James McAtee
69′ Martin Erlic FC Midtjylland

⚽ Grandes Penalidades

Midtjylland – Cho Gue-sung✗ Poste

Forest – Morgan Gibbs-White✓ Golo

Midtjylland – Aral Şimşir✗ Poste

Forest – Ibrahim Sangaré✓ Golo

Midtjylland – Edward Chilufya✗ Falhado (escorregou)

Forest – Neco Williams✓ Golo

Herning acordou esta quinta-feira à noite com um grito de alívio e incredulidade vindo de longe — o rugido dos adeptos do Nottingham Forest a celebrar o regresso do clube ao último oito da Liga Europa pela primeira vez em três décadas. Numa noite que pareceu destinar-se ao colapso, os «Tricky Trees» arrancaram uma qualificação épica da MCH Arena após uma série de penáltis que castigou impiedosamente os erros dinamarqueses.

O Nottingham Forest chegou a Herning com a pesada herança de um golo de desvantagem do primeiro jogo, disputado em Nottingham na semana anterior, onde Cho Gue-sung — a entrar como suplente — tinha selado a derrota dos ingleses com uma cabeçada tardia. Para agravar o cenário, o treinador Vítor Pereira realizou nove alterações ao onze inicial face ao empate a zeros com o Fulham, optando claramente por rodar o plantel tendo em vista o confronto decisivo da Premier League contra o Tottenham no domingo seguinte. A decisão gerou controvérsia, mas o português garantiu ter um grupo «suficientemente forte» para a missão europeia.

«Éramos capazes de fazer isto. Não estávamos bem ultimamente, mas esta noite mostrámos carácter e qualidade. Estes jogadores merecem este momento.»— Vítor Pereira, treinador do Nottingham Forest

✦ ✦ ✦

O início foi promissor para os visitantes. Apesar da missão difícil, o Forest instalou-se no meio-campo dinamarquês com uma intensidade que surpreendeu os donos da casa. A primeira grande oportunidade surgiu ainda na primeira meia hora, quando James McAtee encontrou Ryan Yates com um passe curvilíneo de enorme qualidade — o médio acertou no poste. Philip Billing ainda afastou outra tentativa da linha de golo antes que o intervalo chegasse, mas o Forest continuava a empurrar.

O golo que a equipa de Vítor Pereira precisava chegou precisamente antes do descanso, num lance de leitura táctica apurada. Dilane Bakwa — um dos jogadores que beneficiou da rotação do treinador — cruzou com qualidade para Nikola Milenkovic, que cabeceou de volta para Nicolás Domínguez finalizar com elegância por cima do guardião Elias Rafn Ólafsson. O argentino, raramente em evidência nesta temporada, fez o golo mais importante da sua estadia em Inglaterra.

O segundo golo ainda antes da hora de jogo foi o que transformou a noite definitivamente. McAtee, novamente em destaque, envolveu a defesa e serviu Yates — o médio atirou de fora da área com uma potência feroz, deixando Ólafsson sem qualquer hipótese. O Forest liderava pelo agregado pela primeira vez em todo o confronto.

✦ ✦ ✦

O Midtjylland, que entrara no jogo invicto em casa na liga europeia com apenas um golo sofrido em quatro partidas, reagiu do ponto mais inesperado. Aos 69 minutos, um cruzamento rasteiro ricocheteou dentro da área e encontrou o defesa esloveno Martin Erlic em posição privilegiada para rematar sem hesitação. O empate no marcador devolveu a vantagem aos dinamarqueses no cômputo global, abrindo de novo a ferida numa noite de montanha russa emocional.

Vítor Pereira lançou então os seus trunfos: Murillo, Ola Aina e Morgan Gibbs-White entraram ao mesmo tempo para injetar qualidade e frescura. O Forest voltou a pressionar, e Gibbs-White obrigou Ólafsson a nova defesa de qualidade. Do outro lado, o avançado sul-coreano Cho Gue-sung, autor do golo decisivo na primeira mão, ficou a centímetros de repetir o feito, mas Stefan Ortega espalhou-se de forma providencial numa saída rápida que impediu o golo num momento de puro instinto de guarda-redes.

Com o agregado empatado a dois, o prolongamento era inevitável. O tempo extra não produziu golos, apesar de Lorenzo Lucca e Yates terem visto tentativas anuladas por fora-de-jogo em momentos diferentes. A decisão cabia agora às grandes penalidades.

✦ ✦ ✦

O que se seguiu foi um teatro de nervos e tragédia dinamarquesa. Cho Gue-sung, o herói da primeira mão, abriu a série para o Midtjylland — e acertou no poste. Gibbs-White converteu para o Forest com serenidade. Aral Şimşir falhou o segundo pontapé dinamarquês, também no poste. Sangaré manteve o pleno inglês. Edward Chilufya, visualmente tranquilo, escorregou no momento do remate e enviou a bola ao lado. Neco Williams completou a execução perfeita dos visitantes, e a qualificação estava consumada num 3–0 que não deixou qualquer margem para discussão.

«Não sei como aconteceu desta forma, mas o futebol tem estas noites. Quando a bola bate no poste três vezes seguidas, não é só azar — o destino escolheu um lado.»— Bo Henriksen, treinador do FC Midtjylland

Para os adeptos do Nottingham Forest, que viram o clube ser eliminado nesta mesma fase pela última vez há décadas, a celebração foi de pura catarse. Uma equipa a lutar pela sobrevivência na Premier League — a apenas um ponto da zona de despromoção — encontrou na Europa o alento que a liga doméstica tinha falhado em proporcionar. O próximo adversário será o vencedor do confronto entre o VfB Stuttgart e o FC Porto, um encontro que promete elevar o Forest a patamares que poucos imaginavam possíveis no início da época.

Ficha Técnica

  • Competição:Liga Europa UEFA 2025/26 — Oitavos de Final (2.ª Mão)
  • Data:19 de Março de 2026
  • Local:MCH Arena, Herning, Dinamarca
  • Resultado:FC Midtjylland 1–2 Nottingham Forest (ap.)
  • Penáltis:Midtjylland 0–3 Forest
  • Agregado:2–2 (Forest qualificado)
  • Próxima fase:Stuttgart ou FC Porto (Quartos-de-Final)

Ausências de Relevo

  • Midtjylland:Franculino (lesão joelho — 21 golos na época), Mikel Gogorza (lesão)
  • Forest:Jair Cunha (pé), Stefan Ortega (gémeo — em campo), Chris Wood (joelho), John Victor (joelho), Willy Boly (joelho), Nicolo Savona (joelho), Luca Netz (inelegível)

Betis vira eliminatória com goleada histórica e despacha Panathinaikos com autoridade

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O Real Betis anulou a desvantagem de um golo da primeira mão e eliminou o Panathinaikos de Rafael Benítez com uma goleada por 4–0 na Cartuja, alcançando os quartos-de-final da Liga Europa de forma categórica e impressionante.

 

Liga Europa UEFA · Oitavos de Final · 2.ª Mão

Real Betis 4 – 0 Panathinaikos

 

Resultado Final

 

Agg: 4–1 · Betis Qualificado








Min. Marcador Equipa Assistência
8′ Aitor Ruibal Real Betis Ressalto após remate de Cucho Hernández
?’ Juan Camilo «Cucho» Hernández Real Betis
?’ Antony Real Betis
~45’+ Sofyan Amrabat Real Betis Remate improvável da área própria

🟥🟨 Disciplina

  •  Vicente Taborda (Panathinaikos) — Amarelo, 19′
  •  Anass Zaroury (Real Betis) — 2.º Amarelo / Vermelho, 1.ª mão
  •  Diego Llorente (Real Betis) — Vermelho / Grande Penalidade concedida, 1.ª mão

Sevilha transformou-se esta quinta-feira à noite num palco de ressurreição verde e branca. O Real Betis, que chegava à Cartuja com a pesada desvantagem de um golo sofrido na primeira mão em Atenas, respondeu com uma das exibições europeias mais completas da sua história recente, goleando o Panathinaikos por 4–0 e garantindo um lugar nos quartos-de-final da Liga Europa com uma autoridade que silenciou todas as dúvidas.

O contexto era adverso para os andaluzes de Manuel Pellegrini. Na semana anterior, em Atenas, o Panathinaikos — treinado pelo veterano Rafael Benítez — tinha conquistado uma vitória por 1–0 graças a um penálti tardio convertido por Vicente Taborda no minuto 88, na sequência de uma expulsão polémica de Diego Llorente. O ambiente no Estadio de la Cartuja, emprestado pela selecção espanhola enquanto o Benito Villamarín passa por obras de renovação, prometia pressão máxima sobre um Betis que acumulava já cinco jogos sem vencer em todas as competições.

«Esta equipa sabe sofrer e sabe lutar. Hoje mostrámos ao mundo inteiro o que é o Real Betis quando acredita em si próprio.»— Manuel Pellegrini, treinador do Real Betis

✦ ✦ ✦

O início foi um furacão verdiblanco. Ao terceiro minuto, Ez Abde já tinha isolado Juan Camilo «Cucho» Hernández com um passe rasante — o colombiano cabeceou mas errou o alvo. A promessa estava lançada. Cinco minutos depois, ao oitavo minuto, chegou o golo que valeu o empate no agregado e acendeu definitivamente a Cartuja: Cucho Hernández rematou com potência, a bola ressaltou no poste e Aitor Ruibal, incansável no flanco direito durante toda a época, estava no sítio certo para empurrar para a baliza de Alban Lafont. O guardião francês, emprestado pelo Nantes, não tinha qualquer hipótese de reacção.

Pellegrini tinha seleccionado uma equipa ofensiva, confiando em Pablo Fornals para distribuir jogo no centro e em Antony — o ex-avançado do Manchester United, em renasce pleno nesta temporada em Sevilha — para criar desequilíbrios pela esquerda. O Panathinaikos, que chegou a Espanha esperando anular as investidas do adversário com um bloco compacto assente numa estrutura defensiva de três centrais, viu os seus planos ser sistematicamente desmontados pela mobilidade e velocidade dos atacantes béticos.

O segundo golo, assinado por Cucho Hernández, foi o que selou definitivamente a reviravolta no cômputo global. O internacional colombiano, cedido pelo Columbus Crew, tem sido uma das revelações desta campanha europeia de Betis, e correspondeu mais uma vez com uma finalização de alta qualidade dentro da área grega. O Panathinaikos, que cometera o erro de não criar volume ofensivo suficiente para ameaçar Rui Silva — o guardião português dos andaluzes — pagou caro pela passividade.

✦ ✦ ✦

O golo mais improvável da noite coube a Sofyan Amrabat. O médio marroquino, titular em detrimento de Marc Roca, decidiu tentar a sorte com um remate de fora de área — praticamente desde a linha do meio-campo — e a bola sofreu um ressalto bizarro no relvado antes de entrar pela baliza de Lafont. Foi o terceiro golo antes do intervalo, transformando uma primeira parte que já tinha sido dominante numa actuação de antologia para os arquivos do clube.

«Não esperávamos este início. Perdemos a organização muito cedo e o Betis foi implacável. Parabéns a eles — foram superiores esta noite.»— Rafael Benítez, treinador do Panathinaikos

Na segunda parte, Manuel Pellegrini rodou o plantel sem alterar o ritmo ou a intensidade. Antony, que ao longo da época tem frequentemente mostrado a sua qualidade técnica individual na Liga Europa, fechou a contagem com um golo que coroou uma exibição pessoal de luxo. O ex-Ajax e ex-United, que nunca conseguiu impor-se em Inglaterra, parece ter encontrado no calor de Sevilha o ambiente propício para voltar a ser o jogador que encantou a Europa pela última vez com a camisola do Ajax.

O Panathinaikos, que havia chegado aos oitavos-de-final de forma heroica — eliminando o Viktoria Plzeň após dois empates e uma série de penáltis ganha por 4–3 —, despede-se da Liga Europa sem conseguir replicar a solidez defensiva mostrada em Atenas. A equipa de Benítez terminou o jogo com várias faltas e cartões, sinal da frustração crescente de uma equipa que viu o seu sonho europeu ser varrido em 90 minutos de futebol português, espanhol e marroquino de enorme qualidade.

✦ ✦ ✦

O Real Betis aguarda agora o adversário dos quartos-de-final, uma fase da competição que os verdes-e-brancos de Sevilha não alcançavam há vários anos. Para Pellegrini, o arquitecto deste triunfo europeu, é mais uma prova de que o clube tem plantão e carácter suficientes para competir nas fases mais avançadas da Liga Europa — onde apenas os melhores sobrevivem. A Cartuja rugiu de orgulho e Sevilha voltou a ter um sonho europeu a que se agarrar.

Ficha Técnica

  • Competição:Liga Europa UEFA 2025/26 — Oitavos de Final (2.ª Mão)
  • Data:19 de Março de 2026
  • Local:Estadio de la Cartuja, Sevilha, Espanha
  • Resultado:Real Betis 4–0 Panathinaikos
  • Agregado:4–1 (Real Betis qualificado)
  • Árbitro:Tobias Stieler (Alemanha)
  • Espectadores:~70.000 (capacidade total da Cartuja)
  • Próxima fase:A definir — Quartos-de-Final

XI Inicial — Real Betis (4-2-3-1)

  • GR:Rui Silva
  • Defesa:Hèctor Bellerín, Germán Pezzella, Natan, Abner Miranda
  • Médio:Sofyan Amrabat, Giovani Lo Celso
  • Ataque:Antony, Pablo Fornals, Ez Abde (Ezzalzouli)
  • Avançado:Juan Camilo «Cucho» Hernández
  • Treinador:Manuel Pellegrini

XI Inicial — Panathinaikos (4-2-3-1)

  • GR:Alban Lafont
  • Defesa:Christos Katris, Sverrir Ingason, Touba, Mładenović
  • Médio:Renato Sanches, Adam Gnezda Čerin
  • Ataque:Facundo Pellistri, Vicente Taborda, Georgios Kyriakopoulos
  • Avançado:Andrews Tetteh
  • Treinador:Rafael Benítez

Dragão ruge e Porto elimina Stuttgart para voar aos quartos-de-final da Liga Europa

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O FC Porto despachou o VfB Stuttgart por 2–0 no Estádio do Dragão, confirmando uma qualificação tranquila para os quartos-de-final da Liga Europa com um agregado de 4–1. William Gomes e Borja Sainz foram os protagonistas de uma noite azul e branca que ficará na memória dos adeptos portistas.

 

Liga Europa UEFA · Oitavos de Final · 2.ª Mão

 

FC Porto 2 – 0 VfB Stuttgart

Resultado Final

Agg: 4–1 · Porto Qualificado

⚽ Primeira mão (12 Mar, Stuttgart): 

VfB Stuttgart 1–2 FC Porto  |  Golos: Terem Moffi, Rodrigo Mora (Porto) · Deniz Undav (Stuttgart)






Min. Marcador Equipa Assistência / Nota
21′ William Gomes FC Porto Primeiro golo da noite
2.ª P. Borja Sainz FC Porto Fechou a eliminatória

🟥🟨 Disciplina e Incidentes

  •  Pablo Rosario (FC Porto) — Amarelo, 6′
  •  Nikolas Nartey (VfB Stuttgart) — Vermelho (2.º amarelo), 2.ª parte

ODragão voltou a ser fortaleza intransponível esta quinta-feira à noite. O FC Porto recebeu o VfB Stuttgart com a vantagem de um golo do cômputo global e não deu qualquer margem de dúvida — goleou os alemães por 2–0, alcançou um agregado de 4–1 e qualificou-se para os quartos-de-final da Liga Europa com uma autoridade que poucos esperavam de uma equipa que ainda procura a sua melhor forma nesta temporada doméstica. Em frente a um Dragão esgotado e ensandecido, Francesco Farioli viu os seus jogadores responder à altura do momento.

O contexto antes do apito inicial era de relativa tranquilidade para os portistas. Na primeira mão, disputada em Estugarda a 12 de Março, o Porto surpreendeu o adversário com um início fulminante: Terem Moffi abriu o marcador e Rodrigo Mora ampliou numa explosão de sete minutos antes da meia hora de jogo. Deniz Undav, o artilheiro alemão, reduziu aos 40 minutos numa tentativa de reacção que acabou por ser insuficiente. O Porto regressou a Portugal com uma vantagem de 2–1 e a missão estava bem encaminhada — faltava confirmá-la em casa.

«A força desta equipa está no plantel. Tenho total confiança em todos os jogadores. Quero frescura nas pernas e na cabeça. Cada um tem o seu papel e pode jogar.»— Francesco Farioli, treinador do FC Porto

✦ ✦ ✦

O início do jogo no Dragão trouxe um aviso alemão: logo ao primeiro minuto, Angelo Stiller encontrou Jeff Chabot com uma bola alta, o defesa cabeceou com intenção e obrigou Diogo Costa a uma defesa importante. Era a confirmação de que o Stuttgart não vinha a Portugal resignado — a desvantagem de um golo era recuperável e a equipa de Sebastian Hoeneß apresentou-se ambiciosa desde o apito inicial. Chris Führich, um dos mais perigosos da visita, ameaçou novamente aos 7 minutos com um remate à esquerda que o guardião internacional português voltou a travar com segurança.

O primeiro cartão amarelo da noite pertenceu ao Porto: Pablo Rosario cometeu uma falta dura sobre Bilal El Khannouss aos 6 minutos e ficou imediatamente condicionado pelo árbitro alemão Anthony Taylor. O médio holandês, peça fundamental no mecanismo de Farioli, teve de gerir o restante jogo com maior prudência, sabendo que uma segunda infracção o eliminaria do encontro.

Apesar do domínio inicial do Stuttgart, foi o Porto a abrir a contagem. Aos 21 minutos, William Gomes — extremo que tem sido um dos mais consistentes desta campanha europeia, acumulando três golos na competição — encontrou espaço para rematar e inaugurar o marcador. O golo do jovem avançado azul e branco foi o suficiente para transformar a atmosfera no Dragão: o estádio inflamou-se e o Stuttgart viu a missão tornar-se subitamente quase impossível, já que agora precisaria de marcar três golos sem sofrer mais nenhum para se qualificar.

✦ ✦ ✦

O intervalo confirmou o domínio portista: 1–0 no marcador, 3–1 no agregado, e um Stuttgart incapaz de criar perigo real junto da baliza de Diogo Costa. No segundo tempo, Farioli fez entrar Victor Froholdt no lugar de Rodrigo Mora — sinal de gestão e não de preocupação —, enquanto Sebastian Hoeneß tentou recalibrar a equipa alemã com as substituições de Führich, Undav e Stiller. A entrada de Tiago Tomás, o jovem avançado português formado no Sporting, foi um dos momentos mais curiosos da noite: o ex-internacional sub-21 tentou criar pela direita mas viu a bola bater na defesa portista sem consequências.

A sentença definitiva foi imposta por Borja Sainz, o extremo espanhol cedido pelo Norwich City que tem sido uma das revelações mais agradáveis da temporada no Porto. O segundo golo fechou qualquer hipótese teórica de viagem alemã e transformou os últimos minutos numa festa azul e branca nas bancadas do Dragão.

«Começámos muito bem, tivemos boa energia, não criámos muito perigo, mas conseguimos alguns remates. Quando sofremos o golo, sentiu-se uma mudança no jogo. Não conseguimos manter a mesma energia a partir daí. O Porto foi superior.»— Sebastian Hoeneß, treinador do VfB Stuttgart

A expulsão de Nikolas Nartey — o defesa alemão que recebeu dois amarelos na segunda parte — foi o epílogo disciplinar de uma noite que nunca saiu do controlo portista. Com dez homens, o Stuttgart desceu ainda mais e limitou-se a tentar evitar o terceiro golo, sem qualquer ambição ofensiva. O árbitro Taylor apitou o fim e o Dragão festejou um resultado que faz do Porto um candidato a seguir com atenção nesta fase da prova.

✦ ✦ ✦

Para Francesco Farioli, a qualificação é mais um argumento para demonstrar que o projecto portista caminha com solidez apesar dos reveses domésticos — eliminado da Taça de Portugal pelo Sporting CP e longe da liderança isolada na Primeira Liga. Na Europa, os «Dragões» apresentam um registo de seis vitórias, dois empates e uma derrota em dez jogos, com Diogo Costa a somar quatro «cleansheets» na competição. O próximo adversário, saído do duelo entre o Real Betis e o Panathinaikos — que os espanhóis venceram por 4–0 —, será o Real Betis, numa eliminatória que promete confrontar duas filosofias ofensivas de enorme qualidade. O Porto viajará a Sevilha para a primeira mão com a confiança renovada de quem acabou de eliminar um clube da Bundesliga com um agregado impressionante de 4–1.

Ficha Técnica

  • Competição:Liga Europa UEFA 2025/26 — Oitavos de Final (2.ª Mão)
  • Data:19 de Março de 2026
  • Local:Estádio do Dragão, Porto, Portugal
  • Resultado:FC Porto 2–0 VfB Stuttgart
  • Agregado:4–1 (Porto qualificado)
  • Árbitro:Anthony Taylor (Inglaterra)
  • Próxima fase:Real Betis (Quartos-de-Final)

XI Inicial — FC Porto (4-3-3)

  • GR:Diogo Costa
  • Defesa:Zaidu Sanusi, Jan Bednarek, Thiago Silva, Alberto Costa
  • Médio:Seko Fofana, Pablo Rosario, Rodrigo Mora
  • Ataque:Borja Sainz, Terem Moffi, William Gomes
  • Treinador:Francesco Farioli

XI Inicial — VfB Stuttgart (4-2-3-1)

  • GR:Alexander Nübel
  • Defesa:Luca Jáquez, Jeff Chabot, Maximilian Mittelstädt, Ramon Hendriks
  • Médio:Atakan Karazor, Angelo Stiller
  • Ataque:Bilal El Khannouss, Chris Führich, Ermedin Demirović
  • Avançado:Deniz Undav
  • Treinador:Sebastian Hoeneß

Ausências de Relevo

  • FC Porto:Samu Omorodion (joelho — resto da época), Luuk de Jong (joelho — resto da época), Nehuén Pérez (tendão de Aquiles)
  • VfB Stuttgart:Lazar Jovanović (costas — desde Janeiro), Josha Vagnoman (coxa — dúvida)

Noite épica no Olímpico: Bologna vira dois golos de desvantagem e elimina a Roma no prolongamento

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Num duelo todo-italiano para a história da Liga Europa, o Bologna FC foi a Roma, sofreu, reagiu com carácter extraordinário e eliminou a Giallorossi por 4–3 após prolongamento — avançando aos quartos-de-final com um agregado de 5–4 que ninguém esquecerá tão cedo.

 

Liga Europa UEFA · Oitavos de Final · 2.ª Mão 

AS Roma 3 – 4 Bologna FC

Após Prolongamento

Agg: 4–5 · Bologna Qualificado

⚽ Primeira mão (12 Mar, Bologna): Bologna 1–1 AS Roma  |  Golos: Federico Bernardeschi (50′) · Lorenzo Pellegrini (71′)













Min. Marcador Equipa Assistência / Nota
22′ Jonathan Rowe Bologna Ataque rápido
32′ Evan N’Dicka AS Roma Canto / ressalto
45+2′ Federico Bernardeschi Bologna Grande penalidade
58′ Santiago Castro Bologna
69′ Donyell Malen AS Roma Grande penalidade
80′ Lorenzo Pellegrini AS Roma
111′ Nicolò Cambiaghi Bologna Golo decisivo no prolongamento

📊 O número que conta a história

  • 🏆 O Bologna permanecia invicto em 10 jogos europeus consecutivos — o melhor registo da história do clube.
  • ⚽ 7 golos em 120 minutos num duelo todo-italiano de Liga Europa — uma eliminatória extraordinária.
  • 🔄 O Bologna chegou a estar a perder 1–3 no agregado e virou para 5–4 — uma remontada histórica.
  • 🎯 Donyell Malen somou 6 golos na Liga Europa esta época — melhor marcador da Roma na competição.
  • 📅 63.908 adeptos no Estádio Olímpico testemunharam uma das noites mais dramáticas da Liga Europa.

Haverá quem jure que o Estádio Olímpico nunca viveu uma noite assim — e que o futebol raramente é capaz de tanta crueldade e tanta beleza ao mesmo tempo. O Bologna FC chegou a Roma carregando uma desvantagem que parecia insuperável, voltou a estar em desvantagem no marcador durante quase todo o encontro, e ainda assim encontrou dentro de si a força para marcar quatro golos — o último aos 111 minutos do prolongamento — e eliminar a AS Roma num jogo que ficará gravado na memória de todos os que o viveram. Cinco golos de agregado para o Bologna, quatro para a Roma. Uma eliminatória que o desporto não podia ter inventado melhor.

A primeira mão, disputada uma semana antes em Bolonha, tinha terminado com o empate a um golo. Bernardeschi abriu o marcador aos 50 minutos com um remate de classe assinalável; Lorenzo Pellegrini, capitão da Roma, restabeleceu a igualdade aos 71 minutos numa das suas actuações mais sólidas da temporada. Nenhum dos dois clubes podia estar satisfeito — a eliminatória estava em aberto, o Olímpico prometia ser o palco da decisão, e nenhum treinador dormiu descansado durante a semana.

«Sabíamos que seria uma noite muito difícil. A Roma é uma equipa de grande experiência europeia. Mas acreditámos até ao fim. Este grupo tem algo de especial.»— Vincenzo Italiano, treinador do Bologna FC

✦ ✦ ✦

O começo do segundo jogo foi um soco para a Roma: Jonathan Rowe, o veloz extremo galês que tem sido uma das revelações da temporada no Bologna, abriu o marcador logo aos 22 minutos com um remate fulminante após um contra-ataque vertiginoso. O agregado estava empatado a dois e a Romano tinha pela frente o espectro de sair eliminada em casa. Gasperini, treinador da Roma, tentou ajustar de imediato — Pellegrini aqueceu, El Shaarawy recuou — mas a equipa demorou a encontrar equilíbrio.

Aos 32 minutos, no entanto, num canto trabalhado que a Roma tantas vezes ensaiou esta temporada, Evan N’Dicka — o defesa franco-guineense que tem sido um dos melhores jogadores dos Giallorossi nos últimos dois anos — cabeceou com precisão para empatar. O Olímpico rugiu. O agregado passava a ser de 3–2 para a Roma, e a eliminatória parecia agora controlada pelos donos da casa.

O que ninguém esperava era o que aconteceu nos minutos finais da primeira parte. Uma disputa dentro da área levou o árbitro romeno Istvan Kovacs — que dirigiu toda a noite de forma segura e consistente — a assinalar grande penalidade para o Bologna. Bernardeschi, que já tinha marcado na primeira mão com um golo soberbo, não tremeu na marca dos onze metros e converteu com frieza absoluta. Ao intervalo, o agregado estava empatado a três, e a eliminatória tinha sido completamente invertida em relação ao que mostrava há apenas vinte minutos.

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A segunda parte começou com a Roma a empurrar desesperadamente. Gasperini lançou Lorenzo Pellegrini logo de início, substituindo El Shaarawy, e a pressão começou a fazer-se sentir. Foi nesse contexto que Santiago Castro, o pujante avançado argentino do Bologna, perpetrou o golo mais devastador da noite: recebeu a bola de costas, rodou com elegância e rematou colocado para o fundo das redes de Mile Svilar aos 58 minutos. O agregado pendeu subitamente para 5–3 a favor do Bologna — e o Olímpico ficou em silêncio perturbador.

A Roma respondeu com o coração. Donyell Malen — o avançado holandês que chegou de Aston Villa em Janeiro e se tornou rapidamente no jogador mais decisivo dos Giallorossi — foi derrubado dentro da área e converteu o penálti resultante aos 69 minutos com a serenidade de quem carrega esta equipa às costas. 3–3 no agregado, Bologna ainda na frente por 5–4 na soma dos golos. Tudo dependia de um único golo.

«Nunca parámos de acreditar. Sofremos, mas cada vez que a Roma marcava, respondemos. É isso que este grupo é capaz de fazer — não desistir jamais.»— Remo Freuler, médio do Bologna FC

O golo que igualaria o agregado chegou aos 80 minutos. Lorenzo Pellegrini, com a habilidade e o talento que o tornaram capitão desta Roma, rematou com precisão para fazer 3–3 no marcador da noite e igualar o cômputo global a 4–4. O Olímpico explodiu em euforia: 63.908 almas em delírio absoluto. A eliminatória estava novamente empatada, e o prolongamento tornava-se inevitável.

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Os 30 minutos extra foram um teste de resistência física e mental para ambas as equipas. A Roma, com mais posse de bola durante toda a noite (60,7% contra 39,3%), pareceu a equipa mais esgotada no início do prolongamento, ao passo que o Bologna — mais compacto, mais directo, mais fresco nos apoios físicos — continuou a tentar explorar os espaços com transições rápidas. Gasperini lançou as suas últimas cartas: Devyne Rensch entrou na lateral, Robinio Vaz foi chamado ao ataque. Mas o ritmo estava a favorecer os visitantes.

Aos 111 minutos, numa jogada que resumiu toda a noite, o Bologna construiu o golo que decidiu a história. Riccardo Orsolini, que tinha sido um dos mais perigosos na segunda parte com um remate que quase entrou, serviu Nicolò Cambiaghi — o extremo que entrou como suplente no segundo tempo — com um passe milimétrico. Cambiaghi controlou, isolou-se de Mancini e rematou com a segurança de quem sabia que estava a marcar um dos golos mais importantes da história recente do seu clube. 4–3 no marcador. 5–4 no agregado. O Bologna estava nos quartos-de-final da Liga Europa.

Os últimos minutos foram de agonia pura para a Roma. Mancini e Wesley tentaram tudo, mas a defesa do Bologna — liderada por um formidável Jhon Lucumí — resistiu até ao apito final de Kovacs. Quando o árbitro encerrou o encontro, os jogadores do Bologna abraçaram-se no centro do campo do Estádio Olímpico numa cena de pura catarse. Do outro lado, Gasperini, Pellegrini e Malen ficaram imóveis, incapazes de processar uma eliminação que ninguém no balneário julgava possível depois dos 80 minutos.

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Para o Bologna de Vincenzo Italiano, esta vitória representa a continuação de um percurso europeu histórico — a equipa de Emília-Romanha permanece invicta em dez jogos consecutivos na Liga Europa, o melhor registo de sempre do clube, ultrapassando uma marca que datava dos anos 60. Nos quartos-de-final, aguarda o vencedor do confronto entre a Aston Villa e o Lille, uma eliminatória que os ingleses venceram graças a uma defesa providencial de Emiliano Martínez. Para a Roma, resta digerir uma noite que prometia glória e entregou tragédia — numa temporada em que os Giallorossi continuam a lutar pela qualificação para a Champions League na Serie A, e que agora perdem o único palco europeu onde ainda competiam. Gasperini terá um trabalho ingrato de reconstrução emocional nos próximos dias.

🟥🟨 Disciplina

  •  Vários jogadores de ambas as equipas — acumulação de cartões amarelos ao longo do prolongamento
  •  Árbitro: Istvan Kovacs (Roménia) — dirigiu o encontro com firmeza e sem grandes polémicas

Ficha Técnica

  • Competição:Liga Europa UEFA 2025/26 — Oitavos de Final (2.ª Mão)
  • Data:19 de Março de 2026
  • Local:Estádio Olímpico, Roma, Itália
  • Resultado:AS Roma 3–4 Bologna FC (após prolongamento)
  • Agregado:4–5 (Bologna qualificado)
  • Árbitro:Istvan Kovacs (Roménia)
  • Espectadores:63.908
  • Próxima fase:Aston Villa ou Lille (Quartos-de-Final)

XI Inicial — AS Roma (3-4-2-1)

  • GR:Mile Svilar
  • Defesa:Gianluca Mancini, Evan N’Dicka, Mario Hermoso
  • Médio:Kouadio Koné, Bryan Cristante, Zeki Çelik, França
  • Meia:Niccolò Pisilli, Stephan El Shaarawy
  • Avançado:Donyell Malen
  • Treinador:Gian Piero Gasperini

XI Inicial — Bologna FC (4-3-3)

  • GR:Federico Ravaglia
  • Defesa:Nadir Zortea, Jhon Lucumí, Martin Vitík, Charalambos Lykogiannis
  • Médio:Lewis Ferguson, Remo Freuler, Tommaso Pobega
  • Ataque:Jonathan Rowe, Santiago Castro, Federico Bernardeschi
  • Treinador:Vincenzo Italiano

Ausências de Relevo

  • AS Roma:Paulo Dybala (joelho), Evan Ferguson (lesão), Zeki Çelik (saiu lesionado ao intervalo)
  • Bologna:Łukasz Skorupski (dúvida — lesão no tendão — substituído por Ravaglia), Juan Miranda (suspensão UEFA)